Baker-Miller Pink

Esta tonalidade de cor de rosa, estudada pela primeira vez nos anos 60 por Alexander Schauss do American Institute for Biosocial Research, tem a função de tranquilizar e reduzir o apetite. Sim, ao que parece isso é possível. Só precisamos de estar 15 minutos em contacto com a cor. 


A modelo norte-americana, Kendall Jenner, abriu espaço para o debate, que é como quem diz: os mais curiosos ficaram com a pulga atrás da orelha e quiseram investigar. Não é preciso dizer que faço parte desse grupo. A verdade é que sempre ouvimos dizer que as cores têm significados e consciente ou inconscientemente e adquirimos o seu significado na quotidiano. Neste caso é uma tonalidade de cor de rosa, o Baker-Miller Pink – o nome é uma homenagem ao comandante Baker e a um diretor (Miller) que concordaram em colaborar com Alexander Schauss na sua pesquisa.


Foi através de uma publicação no seu site oficial que Kendall revelou a história por de trás da parede cor de rosa: “Baker-Miller Pink é a única cor, cientificamente provada que acalma e reduz o apetite. «Preciso desta cor em minha casa!» Encontrei alguém para pintar a parede e agora estou adorar” escreveu a modelo de 21 anos. 


Então quer isto dizer que pintar uma parede de cor de rosa acalma e reduz o apetite? É a pergunta que me invade o pensamento. A verdade é que já foram desenvolvidos hoodies, pela Volleback,  com esta cor que servem para relaxar e tranquilizar. 



John Maule, investigador na Universidade de Sussex, ao jornal inglês The Guardian disse nunca ter ouvido falar da cor: “possivelmente porque não há um número significativo d trabalhos científicos sobre o assunto”. A justificação que parece ser a mais assertiva é que as cores servem de lembrete, ou seja, se Kendall Jenner pintou a parede de Baker-Miller Pink porque pensa que acalma e reduz o apetite esse é o lembrete que a norte-americana vai ter quando olhar para a cor.  “Teoricamente, uma cor é como um lembrete. As pessoas podem construir este tipo de coisas. Se funciona com ela, bem funciona com ela.” 

Mas nada melhor do que fazer a experiência e tirar as nossas próprias conclusões. Faça o teste, aqui:
The Baker Miller Pink Experiment by Vollebak from Vollebak on Vimeo.