LANA FOR LIBÉRATION NEXT


E a menina Lana deu uma entrevista para uma revista francesa Libération Next. 
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Capa da edição de junho da revista francesa Libération Next, Lana Del Rey concedeu uma entrevista bastante íntima e reveladora sobre o seu novo álbum “Ultraviolence”, e as críticas que ela enfrentou no início de sua carreira.


Lana Del Rey, ícone americano, parece estar cansada do seu visual vintage dos anos 50. Para a primeira sessão de fotos de uma grande promoção que está por vir, ela não quer parecer muito artística e então decide usar roupas de seu próprio guarda-roupas. Estamos de volta aos anos 60 e 70 mais parecida com Janis Joplin do que Patti Smith.


Três anos após a tempestade, todos nós queremos saber como ela está a preparar para enfrentar a próxima onda. Com exceção de seu visual, isto será uma grande oportunidade, pois nunca é tarde demais para começar uma revolução.
As batidas hip-hop de “Born to Die”, suas cordas e violinos lendários se foram. Guitarras, rock n roll e vibes suaves de jazz – “Ultraviolence” está aqui. Sua faixa favorita é “Cruel World”, que fala sobre amor doentio.





“Quando eu componho, eu penso na liberdade que tinha  aos 17 anos, sobre a vida que me faz sonhar. As minhas influências são as músicas que ouço e os filmes que vejo.”
Ela cita Jeff Buckley, Nirvana, Nina Simone e adora Kubrick, Tarantino e David Lynch.


Para terminar não se esqueçam de ouvir a nova música WEST COAST. ( carreguem no nome) 







Rui

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